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18 agosto, 2013

Genesis (Uruguay)

Una Dosis Latinoamericana -   Genesis
Formado em 1969, homônimo da famosa Genesis inglesa e vezes confundida com a colombiana Genesis, contava com Eduardo Patrón nos vocais e percurssão, Rubem Laborde na gitarra e vocais, Jorge Silva na girarra e voz, Carlos Souza no baixo e Yamandú Pérez na bateria e percussão.
Gravou diversos compactos e um grandioso disco em 1972, o homônimo Genesis.

A maioria das composições pertencem a Jorge Silva que demonstra em suas músicas maestria na guitarra, limpa e algumas vezes com fuzz e distorção, muito bem acompanhado com o rítmico de Laborde e uma base destacada no trabalho de bateria de Yamandú Pérez.
A voz de Patrón, que colabora em algumas composições, tem um timbre peculiar que torna inconfundivelmente Uruguaya.

Um Rock energético mesclando psicodelia, jazz e Candonbe, ritmo Uruguayo que mistura canto, dança e o batuque dos instrumentos consagrados.

Na reedição de seu LP em CD foram inclusas quatro músicas que sairam em compacto, com Héctor Mosquera no baixo e um som mais agressivo e quatro músicas posteriores, entre 1975 e 1976 com uma formação bem diferente. Onde apenas Silva e Laborde permanecem, eles incorporam teclado e mais sutileza, porém com a perda dos vocais de Patrón.

No entanto o legado do Genesis Uruguayo deixado por esse disco é grandioso e inpirador, aquele tipico disco de se escutar e viajar nos seus ritmos e solos como no de Solo Voi Despertando e também na Ya, sem falar na progressiva Cuerpo.

Algunas musicas:




02 janeiro, 2013

Ins-pirações Latinoamericanas - Carlos Castañeda


Trechos de algumas obras de respeito.





Certo dia o índio Don Juan, em sua casa no Deserto de Sonora no Mexico, disse para Carlos Castañeda:

“Um homem de conhecimento escolhe um caminho de coração e o segue; e depois olha e se regozija e ri; e então ele vê e sabe. Sabe que sua vida terminará muito depressa; sabe que ele, como todos os outros, não vai a parte alguma; sabe, por que vê, que nada é mais importante que qualquer outra coisa. Em outras palavras, um homem de conhecimento não tem honra, nem dignidade, nem família, nem nome, nem prática, mas apenas a vida a ser vivida, e , nessas circunstâncias, sua única ligação com seus semelhantes é sua loucura controlada. Assim, o homem de conhecimento se esforça, transpira e bufa; e, se olhar para ele, parece um homem comum, só que tem que a loucura de sua vida está controlada. Como nada é mais importante do que outra coisa qualquer, um homem de conhecimento escolhe qualquer ato e age como se lhe importasse. Sua loucura controlada o leva a dizer que o que ele faz importa e o faz agir como se importasse, e no entanto ele sabe que não é assim; de modo que, quando pratica seus atos, ele se retira em paz, e quer seus atos sejam bons ou maus, dêem certo ou não, isso não o afeta de todo.”

Trecho da obra Uma Estranha Realidade de Carlos Castañeda

14 julho, 2011

Los Jaivas - En Vivo en Machu Picchu

Los Jaivas - Chile
Este mês se completam 100 anos do descobrimento das ruínas de Machu Picchu, ultimo refúgio do grandioso império Inca, 60 anos do Canto General de Pablo Neruda de onde vinha incluído "Alturas de Machu Picchu" e 30 anos da gravação do maravilhoso documentário dos Los Jaivas nas míticas ruínas.
O melhor disto é que toda essa celebração incluiu um concerto ao vivo em Machu Picchu com Los Jaivas nas míticas ruínas.
Isto aconteceu e hoje é a primeira vez que um grupo de rock toca ao vivo nas ruinas, a vez anterior a 30 anos não teve concerto, sido a gravação do documentário sobre o disco Alturas de Machu Picchu feita com as músicas em play back.
O concerto foi transmitido ao vivo pela televisão estatal do Peru e retransmitida pela Radio Uno Fm do chile.
Este feido lembra o Live at Ponpeii do Pink Floyd, porém creio que os Los Jaivas apresentam uma conexão muito maior com o lugar de sua gravação ao vivo, tanto historica como espiritualmente.
Gravar um baita disco com base nos poemas do Pablo Neruda já pode ser considerado algo grandioso, mas regravar ao vivo no lugar de onde Pablo se inspirou para os escrever não tem comparação.
E essa feita nos dias de hoje é indescritível, quando o Rock, que é Rock hoje mesmo?

Biografia dos Los Jaivas